sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Magna transborda poesia e generosidade





Na jaqueira, poetas soltam flamas com as línguas.
Sorrisos e lágrimas se misturam em nome da poesia.
Na Jaqueira, um certo Carlos Maia acreditou perante as flores
E jurou, Em nome do bem-te-vi, que nunca desistiria.
Nos céus da Jaqueira, do Recife,
Novas estrelas nasceram só para verem os poetas.
Só para verem.
E viram!

Magna Santos

A revolução que se faz sem poesia, não é revolução, é palavra morta. Por isso que até hoje só um Revolucionário sobrevive, apesar dos 2 mil anos passados.

Magna

2 comentários:

  1. Eita, Tadeu. Que surpresa! Obrigada.
    Um comentário que virou post e nem sequer revisei para verificar algum erro de português.
    Com ou sem erro, fica a 'revolução' que eu imagino acontecer amanhã, graças a vocês.
    Abração!
    Magna

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